Toco-lhe. E o bicho-de-conta faz-de-conta que é bola.
Dou-lhe um pontapé e ele rebola pé ante pé.
No final da calçada a bola desenrola e o bicho-de-conta dá por si noutro lugar.
Dou-lhe um pontapé e ele rebola pé ante pé.
No final da calçada a bola desenrola e o bicho-de-conta dá por si noutro lugar.
É o único animal invertebrado de Lisboa, sente-se só.
Não sabe o que se passou nem onde está.
Não sabe o que se passou nem onde está.
Há dias assim.
6 comentários:
Há dias e dias assim em que estás cheia de imaginação e o bicho-de-conta conta, conta, conta...
Estou cansada dos faz-de-contas. Não dos teus, mas dos meus...
Por vezes é uma questão de contar de trás-prá-frente para voltar a encontrar o fio à meada.
Bolas e bolinhas e rebolam sem parar!
Se estiverem na Serra da Estrela crescem como bolas de neve!
não é conta de rosário
nem bola de faz-de-conta
nem bichinho de sacrário
que rebola mais que a conta
é um serzito ordinário
que está sempre do contra...
Olá, olá! Bom 2008 ;-)) (Não, não é papeira, que já tive em miúdo. É que este ano decidi passar a usar barba nos comentários...)
não é?
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