Ho ho ho! Olha, que nice! “Como desenhar o corpo humano” é um dos livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura para leitores adolescentes e adultos.
Já vos disse que tenho uma relação emocional com os Jovens Criadores, né?
“A colectânea é bem o testemunho do início criativo de muitos autores que fazem hoje parte do panorama literário nacional (...). Em alguns destes textos, uns com carácter mais irreverente e/ou experimental, o leitor pode já delinear marcas de estilo que se irá descobrir mais tarde na obra editada destes escritores.”
Texto completo: http://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=&profile=pnl2027&source=~!rbml&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!462843~!23&ri=5&aspect=subtab11&res=298&menu=search&ipp=1&spp=1&staffonly=&term=*&index=.GW&uindex=&menu=search&ri=5
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sábado, 15 de dezembro de 2018
sábado, 3 de novembro de 2018
"Como desenhar o corpo humano" no Deus me Livro
A antologia dos Jovens Criadores
"Como desenhar o corpo humano" está em destaque no Deus Me Livro: http://deusmelivro.com/mil-folhas/como-desenhar-o-corpo-humano-v-a-24-10-2018/

Texto de Natacha Cunha:
"Da prosa à poesia, há aqui textos para todos os gostos, capazes de desafiar as fronteiras entre géneros e romper com convenções literárias. Estruturas inovadoras que acompanham temas diversos, dos quais sobressai a imaginação. Desde o diário de viagem ao drama, da saga infantil ao humor, até mesmo ao “prontuário existencial”, a leitura é uma viagem pela criatividade, numa celebração da inovação da juventude e da ideia de literatura enquanto exercício de liberdade."
Oh yeah!
Juventude, literatura e liberdade. É do que este mundo precisa.
"Como desenhar o corpo humano" está em destaque no Deus Me Livro: http://deusmelivro.com/mil-folhas/como-desenhar-o-corpo-humano-v-a-24-10-2018/

Texto de Natacha Cunha:
"Da prosa à poesia, há aqui textos para todos os gostos, capazes de desafiar as fronteiras entre géneros e romper com convenções literárias. Estruturas inovadoras que acompanham temas diversos, dos quais sobressai a imaginação. Desde o diário de viagem ao drama, da saga infantil ao humor, até mesmo ao “prontuário existencial”, a leitura é uma viagem pela criatividade, numa celebração da inovação da juventude e da ideia de literatura enquanto exercício de liberdade."
Oh yeah!
Juventude, literatura e liberdade. É do que este mundo precisa.
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Lançamento da antologia dos Jovens Criadores
Foi bonita a festa! Ontem, na feira do livro de Lisboa, lançámos ao mundo a antologia dos 21 anos dos jovens criadores.
Quem quiser, que a apanhe! É um calhamaço de juventude e criatividade.
Alguns dos 21 autores andaram por lá a beber tinto, a falar de criações artísticas e humanas, a autografar uns exemplares e a apanhar chuva.
Foi um momento amarelo-torrado. Tão bom!

A antologia vista de costas.

A antologia vista por dentro.
Quem quiser, que a apanhe! É um calhamaço de juventude e criatividade.
Alguns dos 21 autores andaram por lá a beber tinto, a falar de criações artísticas e humanas, a autografar uns exemplares e a apanhar chuva.
Foi um momento amarelo-torrado. Tão bom!
![]() |
| A antologia vista de frente. |


quarta-feira, 23 de maio de 2018
Antologia 21 anos de Jovens Criadores
Estou tão feliz por fazer parte disto. É que eu nunca faço parte de nada. Ando sempre para aí largada, com esta figura de urso solitário e, de repente, vejo-me aqui rodeada de ursinhos muito fixes.
Já anda por aí a antologia que celebra os 21 anos de jovens criadores com textos de 21 outrora jovens criadores.

A primeira vez que ouvi falar nos jovens criadores foi no ano 2000. O Tiago Ribeiro Patrício usava barba e cabelo comprido. Emprestou-me a coletânea desse ano e eu li um conto do Valério Romão que, durante uns tempos, me tirou o sono e o ânimo. A primeira vez que li Ondjaki foi numa coletânea dos jovens criadores. Uns anos mais tarde, quando li o conto da Marlene Ferraz, fixei esse nome. Na primeira vez que fui selecionada, o João Tordo fazia parte do júri. Nessa coletânea também estava o José Júlio Trigueiros com uns minicontos hilariantes. Já estive em várias coletâneas com o André Murraças, mas nunca conheci o André Murraças. Na Mostra de 2012 conheci a Inês Bernardo. Lembro-me bem do seu conto áspero. Também me lembro do conto angustiante da Andreia C. Faria em 2013. E agora estamos aqui todos juntinhos nesta antologia. O meu conto, coitado, enfim, whatever, tem uns problemas de consciência. Mas há grandes pérolas nesta antologia. Por exemplo, o conto do Jorge Vaz Nande. Ou o conto da Teresa Bairos que dá o título à antologia. Ou as "histórias muito curtas" do José Mário Silva. Eu gosto à brava de estar ao lado destes nomes todos e também dos outros ursos criativos que eu tanto admiro: a Joana Bértholo, o José Luís Peixoto, o Bruno Vieira Amaral, o Ruy Narval, o Bruno Martins Soares, a Margarida Vale de Gato, o Miguel Marques e o Rui Costa.
Ah! O lançamento é a 10 de junho, dia propício a atividades criativas. Eu vou! Venham também. Vá lá! Não sejam assim.
Já anda por aí a antologia que celebra os 21 anos de jovens criadores com textos de 21 outrora jovens criadores.

A primeira vez que ouvi falar nos jovens criadores foi no ano 2000. O Tiago Ribeiro Patrício usava barba e cabelo comprido. Emprestou-me a coletânea desse ano e eu li um conto do Valério Romão que, durante uns tempos, me tirou o sono e o ânimo. A primeira vez que li Ondjaki foi numa coletânea dos jovens criadores. Uns anos mais tarde, quando li o conto da Marlene Ferraz, fixei esse nome. Na primeira vez que fui selecionada, o João Tordo fazia parte do júri. Nessa coletânea também estava o José Júlio Trigueiros com uns minicontos hilariantes. Já estive em várias coletâneas com o André Murraças, mas nunca conheci o André Murraças. Na Mostra de 2012 conheci a Inês Bernardo. Lembro-me bem do seu conto áspero. Também me lembro do conto angustiante da Andreia C. Faria em 2013. E agora estamos aqui todos juntinhos nesta antologia. O meu conto, coitado, enfim, whatever, tem uns problemas de consciência. Mas há grandes pérolas nesta antologia. Por exemplo, o conto do Jorge Vaz Nande. Ou o conto da Teresa Bairos que dá o título à antologia. Ou as "histórias muito curtas" do José Mário Silva. Eu gosto à brava de estar ao lado destes nomes todos e também dos outros ursos criativos que eu tanto admiro: a Joana Bértholo, o José Luís Peixoto, o Bruno Vieira Amaral, o Ruy Narval, o Bruno Martins Soares, a Margarida Vale de Gato, o Miguel Marques e o Rui Costa.
Ah! O lançamento é a 10 de junho, dia propício a atividades criativas. Eu vou! Venham também. Vá lá! Não sejam assim.
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