domingo, 10 de novembro de 2019

Um domingo doce ou salgado

Que lindo! Um domingo muito frio que se fez muito quente na livraria La petite portugaise. Houve conversa, histórias e ateliê para os mais novos. 
Obrigada, Susi Pratt, Regina Barbosa e Ana Paula Faias Ambrosio, pela organização e animação. 
Obrigada, Henrique Rodrigues, pela boa onda e pelo bate-papo. 
E obrigada a todos os que vieram! Com companhia é sempre melhor.




sábado, 9 de novembro de 2019

Assim ou assado na livraria La petite portugaise

Amanhã às 15h, eu e o escritor brasileiro Henrique Rodrigues estaremos assim ou assado na livraria La Petite Portugaise (Ch. de Wavre 214B).
Bate-papo doce ou salgado sobre literatura infantil para leitores grandes e pequenos. Vinde vinde!

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Assim ou assado

Terra ou ar, sorte ou azar!
Cá vai disto: um novo livro ou um livro novo, assim ou assado, doce ou salgado.
Eu escrevi mole ou duro, a Yara ilustrou claro ou escuro. E o resultado é este álbum mais ou menos, para leitores grandes ou pequenos.


Espero que o encontrem aqui ou ali. Eu cá nem estou em mim! É que a Yara, essa mulher muito cinema ou teatro, vale por três ou quatro. Graças a ela, este livro é muito oito ou oitenta, sal ou pimenta.
Obrigada a toda a equipa do Planeta Tangerina, essa casa muito sim ou não, laranja ou limão, e em especial à editora e amiga Isabel Minhós Martins, pessoa toda floresta ou deserto, que avistou este livro longe ou perto.
Cá vai ele. Tarde ou cedo, amargo ou azedo. Agora ou nunca, resposta ou pergunta!
https://www.planetatangerina.com/pt/loja/livros/assim-ou-assado

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Amadora BD é um bom lugar!

Yikes! O Festival Amadora BD é um bom lugar. O júri decidiu neste fim de semana que a Joana Estrela é o “melhor ilustrador português” (melhor ilustradora portuguesa?).

A Joana é um granda gajo...


Foto do brother Henrique Pessoa

Todos os nomeados e vencedores: http://amadorabd.com/amabd2019/index.php/concursos

sábado, 26 de outubro de 2019

“Aqui é um bom lugar” no Festival Amadora BD

Feliz até dizer chega!



A Joana Estrela está nomeada para “Melhor ilustrador português de livro infantil” com o “Aqui é um bom lugar”. E que bem acompanhada ela está (Bernardo P. Carvalho, Pedro Burgos, Mariana Rio e Yara Kono). O prémio é atribuído pelo Festival Amadora BD que está a decorrer até 3 de novembro. Lista de todos os nomeados para todos os prémios do Amadora BD: http://amadorabd.com/amabd2019/index.php/concursos

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

“Eu Sou Eu Sei” no Brasil

Eu cof, eu choc. Eu cá, eu lá!
O “Eu Sou Eu Sei” acaba de chegar ao Brasiiiil! Fico mesmo toda tic e tac com esta notícia.
Eu ai, eu ui. Eu splash, eu plim!


quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Poema à duração

Do Peter Handke li o Poema à Duração. Era um livro fino de capa branca, acho. Se bem me lembro, trazia na contracapa ou na página de rosto uma fotografia a preto e branco do autor. Era um homem com charme, achei eu na altura.
O que me levou a esse livro foi, em primeiro lugar, o título (e que belo título), depois a espessura (sempre li livros pequenos em alemão) e, por último, aquele homem que, além de trovador, era lindo.
Li e reli o Poema à Duração. Era longo e vinha carregado de sentido e de existência, achei eu naquela época. Tinha 22 ou 23 anos. Fiquei impressionada com o poema e também comigo própria, porque li o Poema à Duração em alemão numa edição alemã que comprei numa livraria alemã numa cidade alemã. Na altura achei que aquele encontro sentimental entre mim e aquele poema era o resultado de toda a minha vida, de toda a duração de todas as escolhas que me tinham levado à língua alemã e depois à Alemanha e depois àquela prateleira no fundo de uma livraria minúscula numa cidade alemã. O meu percurso até àquele encontro era longo e lírico como o poema do Peter Handke.



Anos mais tarde li outro livro do Peter Handke e não gostei muito. Acho que nem o acabei.
Agora, ao ler a notícia do Nobel, sinto que este encontro foi antes um desencontro. Ao contrário do que pensava, o Peter Handke nem sequer é alemão. E está longe de ser um homem bonito. 
Quanto a esse poema que tanto me impressionou, não me lembro sequer de um único verso. Sei que incluía substantivos abstratos e difíceis como este: duração.
Quanto tempo dura um poema?
Não sei.
Mas a literatura tem muito disto: palavras esquecidas que prosseguem algures, num outro tempo, numa outra duração.