quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Margareta na bicicleta

A Margareta tinha sete, mascava chiclete e usava bandolete no alto da testa. Qual foguete em dia de festa vinha Margareta pela praceta em cima da sua bicicleta. Pois logo ali foi cair na valeta da praceta a pobre Margareta da bicicleta. E naquilo engoliu a chiclete, perdeu a bandolete e partiu a bicicleta. Tinha sete a Margareta e desde esse dia nunca mais foi foguete em dia de festa, por já não querer a bicicleta nem andar pela praceta a mascar chiclete. Dizem que a culpa é da valeta, mas eu acho que isso é tudo treta! A culpa é só de Margareta que, depois dos sete, já não quis a bandolete nem ser mais foguete.

8 comentários:

Carlota disse...

Super-giro, Ana!
:)

uxa gorduxa disse...

Fez-me lembrar os meus joelhos esfolados e muito "mercurocromo"

Claudette Guevara disse...

A Claudette também masca chiclette! E anda de bicicleta e trotineta.

Mas já não tenho sete...

Fábio Reynol disse...

Margareta
atravessou o rio
e molhou o calcanhar.
Se a água tivesse alta
poderia rimar...
Bjs do sul do mundo,
Fabio
http://diariodatribo.blogspot.com

pessoana disse...

Devo dizer que foi uma trabalheira dar um nome a esta menina que nao Claudette!!!

Tambem podia escrever algo como "a carlota da mota"!:-)

Aaahh, lembro-me bem dos joelhos esfolados (eu aos berros e os outros meninos muito encantados com o meu sangue)!

Adoro ver a tribo sambada por aqui!
Beijos esfolados!

Pitucha disse...

Olha que a ideia da Carlota de mota até que é gira...
;-)
Beijos

NoKas disse...

Ela come esparguete?

Margarida Flor disse...

Não sou Margareta, sou Margarida e também já fiz muita ferida por ser muito mexida. És a maior!