A Margareta tinha sete, mascava chiclete e usava bandolete no alto da testa. Qual foguete em dia de festa vinha Margareta pela praceta em cima da sua bicicleta. Pois logo ali foi cair na valeta da praceta a pobre Margareta da bicicleta. E naquilo engoliu a chiclete, perdeu a bandolete e partiu a bicicleta. Tinha sete a Margareta e desde esse dia nunca mais foi foguete em dia de festa, por já não querer a bicicleta nem andar pela praceta a mascar chiclete. Dizem que a culpa é da valeta, mas eu acho que isso é tudo treta! A culpa é só de Margareta que, depois dos sete, já não quis a bandolete nem ser mais foguete.
8 comentários:
Super-giro, Ana!
:)
Fez-me lembrar os meus joelhos esfolados e muito "mercurocromo"
A Claudette também masca chiclette! E anda de bicicleta e trotineta.
Mas já não tenho sete...
Margareta
atravessou o rio
e molhou o calcanhar.
Se a água tivesse alta
poderia rimar...
Bjs do sul do mundo,
Fabio
http://diariodatribo.blogspot.com
Devo dizer que foi uma trabalheira dar um nome a esta menina que nao Claudette!!!
Tambem podia escrever algo como "a carlota da mota"!:-)
Aaahh, lembro-me bem dos joelhos esfolados (eu aos berros e os outros meninos muito encantados com o meu sangue)!
Adoro ver a tribo sambada por aqui!
Beijos esfolados!
Olha que a ideia da Carlota de mota até que é gira...
;-)
Beijos
Ela come esparguete?
Não sou Margareta, sou Margarida e também já fiz muita ferida por ser muito mexida. És a maior!
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