terça-feira, 26 de novembro de 2013

Emiliana Torrini

Se eu pudesse, também havia de cantar assim, a sacudir a cabeça, deve ser tão bom. A Emiliana tem nome de italiana, mas canta com sotaque islandês. Estive mesmo à frente dela um dia destes:


Emiliana Torrini, Botanique, Bruxelas

Dava para lhe agarrar as pernas, mas eu não lhe agarrei as pernas, não sou uma fã enlouquecida. 
Não sou, pois não? 
Claro que não. 
A Emiliana estava mesmo à minha frente e era muito mais alta do que eu, porque é maior do que os comuns mortais e também porque estava em cima de um palco. A Emiliana canta de olhos fechados e a sorrir, acho que está noutro lado qualquer. Eu gostava de ir a esse lugar secreto com a Emiliana Torrini, mas acho que ela não leva lá ninguém, precisamente porque é um lugar secreto.
Ainda não fui à Islândia, mas hei de ir.
Para já vou ler o último do Valter Hugo Mãe.
É o que há.

3 comentários:

Bonamassa disse...

THE BALLAD OF EMILIANA TORRINI!

Anónimo disse...

Ora bolas! Pensei que era um daqueles fenómenos que a Itália produz todas as décadas na música ligeira (como a Gigliola Cinqueti nos anos 70, a Laura Pausini nos 80, o Eros Ramazoti nos 90, a Carla Bruni, nos 00) mas já vi na net que não. Beijos.

Sara Bandarra disse...

Incomun.