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quinta-feira, 28 de março de 2019

XX Salón do Livro Infantil e Xuvenil de Pontevedra

Estou a caminho da Galiza para fazer a REVOLUÇÃO. 
Por esta altura já está a decorrer o XX Salón do Livro Infantil e Xuvenil de Pontevedra, que tem como convidado de honra, não um país, mas uma língua: a portuguesa. 
"Revolução" é o tema desta edição do festival. 



Nos próximos dias andarei num revolucionário com poetas, romancistas, ilustradores, bibliotecários, professores, contadores de histórias, estudantes e leitores da Galiza, de Portugal, do Brasil e de Angola. 
Juntos daremos o golpe da literatura!

O programa completo do Salón está disponível aqui: http://www.salondolibro.gal/edicion2019/wp-content/uploads/2019/03/Programa_salon_2019-1.pdf

domingo, 24 de março de 2019

Mary Jo e o Papa Lector

No México, o blogger Papá Lector dá 5⭐️ à Mary Jo e recomenda a sua leitura às raparigas, aos rapazes e também aos pais. Crítica aqui: http://www.papalector.com/2019/03/resena-mary-jo-ana-pessoa.html?m=1
¡Muchas gracias, Papá Lector!

Foto do Papá Lector

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

As três Marias

A Mary John portuguesa, a Mary John brasileira e a Mary Jo mexicana finalmente juntas.



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Mary John na Cidade do México

¡Mira quién va a México!
No próximo domingo, a Mary Jo vai entrar de rompante pela FILIJ - Feria Internacional del Libro Infantil y Juvenil da Cidade do México.


Eu não vou lá estar e tenho pena, claro. Gostava à brava de assistir a esta conversa entre a autora Martha Riva Palacio Obón e a "booktuber" Alejandra Arévalo. Além disso, gostava de dar a mãozinha à Mary Jo, né?
Fogo... Mãe é mãe!

Boa sorte, Mary Jo! És tão jovem, tão ingénua, tão azul. Só me trazes alegrias.

Mega edição das Ediciones El Naranjo com uma tradução impec da Paula Abramo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Mary John no México!

Estou feliz feliz feliiiiiz. A Mary John está mesmo a chegar ao México. O meu coração aos tombos.
Uma edição linda das Ediciones El Naranjo com uma tradução em filigrana pela talentosa Paula Abramo.



No México, a Maria João é Maria José. A Mary John é Mary Jo. Mas o amor é o amor. E a vida é a vida.

"Mi primera mentira. Me miraste, te miré. Dos preguntas, dos enigmas. Me preguntaste: ¿Cómo te llamas? Y yo dije: José. Y esto ya no era una mentira. Todo mundo me dice José, menos tú, que me dices Mary Jo..."

Obrigada, México. Obrigada, vida!

quarta-feira, 21 de março de 2018

Encontros mágicos em Vila Nova de Gaia

Como falar da magia real? Ontem estive em Vila Nova de Gaia e agora estou para aqui cheia de ganas de viver. A culpa é dos alunos que conheci nas escolas Soares dos Reis e Teixeira Lopes. Garotada muito fixe e inspirada, com a vida toda pela frente.


Alguns tinham lido a Karateca, outros o Supergigante, outros ainda a Mary John. Alguns tinham lido os três livros ou então dois.
Na escola Soares dos Reis, havia um mostrador e uma parede da biblioteca decorados com as frases favoritas dos alunos. Frases que eu nem sabia que tinha escrito! Por exemplo: "Um olhar que olha." Ou: "O fim é o início de outra coisa qualquer." Ou ainda: "E tudo faz sentido, mesmo quando nada faz sentido."



O encontro com os alunos do 9.o ano começou com uma leitura do Miguel e da Joana. Leram um excerto da Mary John que fala, entre outras coisas, do sentido da vida e de "almas perdidas".





A conversa andou em torno das perguntas dos alunos, muitas delas nunca antes "perguntadas". Por exemplo esta: o que é para si uma "alma perdida"? A karateca queria realmente ser freira? Por que razão a Mary John continua a escrever ao Júlio depois de confessar que já o esqueceu? Quais as vantagens de escrever à mão?
Pergunta puxa resposta, lá fui falando dos livros e do processo de escrita de todos eles. A certa altura disse-lhes que transpirei bastante enquanto escrevia o Supergigante. Perguntei-lhes se tinham transpirado durante a leitura. A Catarina disse que tinha "transpirado dos olhos". A Leonor perguntou-me se os meus encontros com alunos também serviam de inspiração para escrever. Eu disse que sim e fixei logo aquele nome: Leonor. Like it very much! A Sofia quis saber se eu considerava a possibilidade de escrever para adolescentes partindo de personagens que não fossem adolescentes. E esta, hein?






O Alexandre mostrou-me os textos que ele escreveu e ilustrou a partir de frases do Supergigante. O primeiro poema tinha como título: "Eu corro e não avanço".
No final da sessão na escola Soares dos Reis, o Gonçalo - vestido de carteiro dos CTT - entregou-me um molho de cartas e uma prenda dos alunos.





Foi uma surpresa e tanto! Vim no alfa pendular pendurada nestas memoráveis epístolas.





Umas vinham escritas em folhas de caderno, outras em papel de carta com enfeites diversos: borboletas, folhas de árvore, Snoopys. Uma das alunas dizia que a Maria João, o Raul, a karateca, o Daniel, o Edgar e a Joana eram os seus "amigos novos". Uma outra leitora dizia que estava a aplicar o método científico da karateca a todas as áreas da sua vida. Uma das cartas mais longas e bonitas falava-me da morte e do amor a partir da leitura do Supergigante. E uma moça dizia que a Mary John contava a história da sua vida.
Depois de ler as cartas, abri o meu presente da escola Soares dos Reis.






Era um caderno novinho em folha: a prenda ideal para quem estava mesmo a precisar de desabafar. Escrevi assim: "Hoje conheci uns alunos que não são almas perdidas!"
Resta-me agradecer o empenho e a boa onda das professoras bibliotecárias e dos professores de Português das duas escolas. Agradeço em especial ao Pedro Carvalho da fantástica livraria Velhotes (onde habitam umas fanzines upa-upa) que organizou estes magníficos encontros. Estou para aqui a transbordar emoção, esperança e inspiração.








quarta-feira, 14 de março de 2018

Dias felizes em Esposende!

A convite da Câmara Municipal de Esposende, passei dois dias felizes em terras esposendenses. Nas cinco sessões em cinco escolas com turmas dos 7.os e 8.os anos, houve tempo para a literatura e ainda para um teatro de sombras e para um fado! Cabe-me agradecer o entusiasmo e o apoio de todas as professoras bibliotecárias, em especial da professora Fernanda Vilarinho, que organizou esta maratona literária.





Os alunos nas várias sessões em Esposende, Forjães e Apúlia.



O teatro de sombras sobre a karateca na escola António Correia de Oliveira.



Alguns trabalhos dos alunos da escola António Rodrigues Sampaio.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Mary John em Montemor-o-Novo

Levar a literatura aos leitores mais novos: esta tem sido a difícil e louvável batalha de Andreia Brites, mediadora de leitura em escolas e bibliotecas. No seu blogue "O Bicho dos Livros" fala-nos, entre outras coisas, dos seus encontros e desencontros com leitores.
Neste início de 2018, conta-nos a história da Mary John em escolas de Montemor-o-Novo.
Ano novo, leitores novos!




domingo, 3 de dezembro de 2017

Mary John é Livro do Mês!

Apesar do frio e da falta de luz, o mês de novembro não correu nada mal.
A "Mary John" foi selecionada livro do mês pelos leitores que participaram na votação da CEPE (Coordenação do Ensino de Português) na Bélgica e na Holanda: https://escritores.online/mary-john-ana-pessoa-livro-do-mes-novembro/
LIVRO DO MÊS é uma iniciativa conjunta do Instituto Camões e da plataforma escritores.online.
Obrigada a todos os leitores que participaram na votação!


domingo, 22 de outubro de 2017

No Institut Saint Jean Baptiste de la Salle, em Bruxelas

Uh là là! Ontem passámos uma bela tarde no Institut Saint Jean Baptiste de la Salle, em Bruxelas. Eu, a Karateca, o Supergigante, a Mary John e este pequeno-grande ser dentro de mim estivemos à conversa com a malta do 6.º, 7.º e 8.º anos. Eram mais de 40 alunos, entre os 11 e os 14 anos, cada um com o seu percurso. Lusodescendentes, emigrantes, portugueses da Silva, todos têm em comum a identidade secreta de quem é de lá e de cá. Por causa disso, têm aulas de português ao sábado! À pergunta: "O português é a vossa língua materna?" responderam quase todos que sim.


No ano passado uns leram a Karateca, outros o Supergigante. A Mary John era novidade para as três turmas, menos para a Wendy que, com o seu ar de Terra do Nunca, já vinha com uma Mary John debaixo do braço. 
As perguntas mais divertidas foram sobre as personagens femininas. Porque é que a karateca é tão complicada? Porque é que ela diz e desdiz? Porque é que a Joana diz uma coisa e faz outra? Porque é que ela não diz o que sente? Serão estas personagens tão diferentes de nós? Não seremos todos complicados? Umas vezes de uma maneira, outras vezes de outra? Não temos sempre dúvidas? O que ganhamos com isso? O que perdemos?





Acabámos o encontro com uma leitura da Mary John. Tinha pensado ler só uma página, mas acabei por ler umas cinco. O silêncio ia alto e concentrado!
Resta-me agradecer às professoras Sílvia e Maria Franquilina o convite e a simpática receção. Foi um dia em cheio!


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Mary John no catálogo White Ravens 2017

Uau! Que boa notícia!
A Mary John foi incluída no catálogo White Ravens 2017, uma seleção de 200 livros infantojuvenis de todo o mundo publicada anualmente pela Biblioteca Internacional de Literatura Infantojuvenil em Munique.
A edição de 2017 conta com obras em 38 línguas de 56 países.
Portugal está representado pelos livros "O convidador de pirilampos" (Ondjaki e António Jorge Gonçalves), "A cidade dos animais" (Joan Negrescolor), "Onde moram as coisas" (Pedro Ferrão e Marc Parchow) e "Mary John" (com ilustrações magníficas do Bernardo P. Carvalho).
Eis as palavras mui generosas que o júri escreveu sobre a "Mary John":

"In contemporary Portuguese young adult literature, the novels of Ana Pessoa (b. 1982) take up an exceptional place. The author is masterfully adept at describing the cosmos of maturing teens, with its challenges and dramas, turbulences, moments of happiness, disappointments, and catastrophes. She writes in an authentic language that captures the protagonists’ sense of life and closely orients itself to their pulse. In an astonishing way, her newest book does all this and more. “Mary John” sets itself apart from the author’s previous novels by its even more coherent storytelling, its undisguised, intense language, and the deep insight it offers into the emotional world of the protagonist and first-person narrator. Maria João, called Mary John, writes a single, long letter to Júlio “Pirata”, her first, unrequited love. She openly writes of friendship, longing, desire, and sexuality and the painful process of dealing with feelings such as rejection and loneliness. (Age: 14+)"

Texto disponível em: http://whiteravens.ijb.de/book/774
É possível pesquisar os catálogos White Ravens por língua, país, título, etc.: http://whiteravens.ijb.de/list

terça-feira, 13 de junho de 2017

Feria del Libro de Madrid

¡Estupendo! Passei o domingo à tarde na Feria del Libro de Madrid con mi hermana Joana Estrelahablando de literatura infanto-juvenil para miúdos e graúdos. 
¡Qué bueno!

Eu e a Joana Estrela no pavilhão infantil na Feira do Livro de Madrid, onde Portugal foi o país convidado.

Livros belíssimos no stand da Ler Devagar na Feira do Livro de Madrid.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Em Condeixa!

É tão bom entrar numa escola secundária! Atravessar a porta, regressar ao passado: o cheiro dos corredores, as mesas do bar, a biblioteca. Na semana passada estive na Escola secundária Fernando Namora em Condeixa. O sol em chamas a incendiar as ideias e nós enfiados na biblioteca. Falei com alunos do 9.º e 10.º anos, eles espalhados pelo chão e eu um pouco mais acima, sentada numa cadeira.



Alguns tinham lido a Karateca, outros o Supergigante ou a Mary John.





Alguns também gostavam de escrever. Outros havia que não gostavam de ler nem escrever. Ainda assim, aguentaram-se à bronca.
As perguntas foram muitas. Por que razão escreve literatura juvenil? Inspira-se na sua vida? As personagens são reais? Expliquei que tudo na vida era autobiografia e ficção. Que as personagens existiam sempre de alguma maneira. Que eu tinha uma relação empática com todas elas. A Ana Beatriz deu um pulo exaltado. Disse-me que não era possível sentir empatia pela Liliana. Que ela nunca seria amiga de uma pessoa assim. Depois entregou-me um texto muito bonito que escreveu, não sobre a Liliana, mas sobre a Joana Mendes do Supergigante.
Demorei tempo a perceber que as duas raparigas que falavam da Karateca e do Supergigante eram gémeas idênticas. Tentei distingui-las. Não consegui. Foi um momento ao estilo Uma Aventura.
Alguns rapazes tinham lido a Mary John por obrigação e acabaram por gostar. Um deles disse que tinha sempre pena de deixar a Mary John à noite, quando lhe dava o sono. Perguntei a um dos leitores rapazes se tinha sido esquisito ler sobre a menstruação. Ele riu-se e depois ficou sério. A seguir riu-se outra vez. Começou por dizer que não, não era esquisito. Depois acrescentou: "Foi muito enriquecedor." Gargalhadas em coro.
O André Rosa, estudante universitário de visita à escola, leu um texto da sua autoria. Era a carta de resposta do Júlio. Não seria interessante se ele respondesse? Debatemos esta hipótese. O que diria ele? Quem era o Júlio afinal? Quais as suas intenções?
Numa das sessões achei boa ideia ler uma passagem da Mary John. Já ia a meio da leitura quando me dei conta de que estava a ler em voz alta palavras como “clitóris”, “passaroca” e “pelos púbicos”. A consequência desta leitura foi uma inspiradora histeria hormonal.
Já se sabe que a literatura é um espaço selvagem!
No final ainda houve tempo para uma entrevista a sério com os repórteres da escola. Uma câmara aqui e outra ali para terem vários planos. Era um grupo de rapazes muito fixes!



Depois deste dia em grande resta-me agradecer à professora bibliotecária Ana Rita Amorim, que me recebeu de braços abertos e me lançou este desafio de forma tão entusiasmada.
Eu cá gosto à brava de desafios! E também de escarpiadas, o doce regional de Condeixa. Conhecem? É uma deleitosa histeria de açúcar!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Mary John na Livraria Arquivo

Digo-vos uma coisa: eu e a Mary John passámos um belo domingo em Leiria, na vistosa e arejada Livraria Arquivo.


Mary John entrando na livraria pelo seu pé.

A companhia à mesa foi bem boa: de um lado, a Susana Neves da livraria, do outro, a Ana Violante, professora bibliotecária
Na maior parte do tempo estivemos na cavaqueira com os leitores, em especial com quatro alunos do 9.º ano do Agrupamento de Escolas de Marrazes, que trocaram uma tarde soalheira por uma tarde literária. Ainda demos umas quantas gargalhadas com a Beatriz, o Francisco, o Luís e o Miguel, porque estes jovens leitores falavam com destreza e graça. 


Gargalhadas em pleno voo.

A páginas tantas, o Luís perguntou-me assim: "Está a pensar escrever um livro spin-off sobre o Daniel?"
Achei esta pergunta altamente e comecei logo a magicar em modo spin-off.



Da esquerda para a direita: os alunos Luís e Francisco, a professora Ana Violante,
moi-même, a professora Fátima Mendes e os alunos Beatriz e Miguel.

Um grande obrigada à professora Ana Violante, que contagia os alunos com o seu entusiasmo pelos livros, e a toda a equipa da Livraria Arquivo, em especial à Susana Neves, que organizou este encontro.
Deste domingo resulta apenas um desejo: voltar rapidamente a Leiria!
Para já ficam estas belas fotos da autoria de Gil Álvaro De Lemos.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Mary John em Leiria

Maravilha! Há tanto tempo que não vou a Leiria, cidade que rima com alegria e euforia.
Venham também! Vá lááá!
Eu e a Mary John no domingo, às 16h, na livraria Arquivo.



segunda-feira, 1 de maio de 2017

Mary John na Revista do Expresso

Na revista do Expresso desta semana saiu uma crítica à Mary John de José Mário Silva.
Ui! É toda uma fruição!






















Com “O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca” (2012) e “Supergigante” (2014), Ana Pessoa abriu uma clareira na ficção portuguesa destinada a um público juvenil. O que a distingue é a forma orgânica como mergulha no universo mental dos adolescentes, captando-lhes os entusiasmos e idiossincrasias, as tristezas e as agruras típicas do processo de crescimento, dizendo as coisas como elas são, mas sem que os textos se tornem o mero retrato fotográfico de uma idade. Neles encontramos uma síntese, não apenas do que se altera à superfície (o corpo, a linguagem, a relação com os outros), também do que se passa dentro da cabeça (os dilemas, os medos, as dúvidas de uma personalidade em formação). O subtil efeito introspetivo é particularmente bem conseguido nesta história de uma rapariga que muda de casa, de cidade, de grupo de amigos, de amor, enquanto o seu próprio corpo se metamorfoseia. Maria João, a protagonista, escreve uma longa carta a Júlio Pirata, vizinho na praceta onde passou a infância. Ele foi a primeira paixão, deixada a meio, inconclusa, o fio do passado que é preciso cortar para seguir em frente. Mais do que uma novela epistolar, o livro acaba sendo um diário, porque a carta estende-se no tempo e engole a vida toda da rapariga, a sua procura de um lugar que seja seu, de uma voz, de um caminho. Ana Pessoa capta todas as reverberações deste processo de descoberta, com uma prosa rica, elástica, de fôlego romanesco, não deixando de ser verosímil no tom, credível nos diálogos, e acessível aos leitores a que se destina (“maiores de 14 anos”, como se lê na contracapa). Aos adultos, a leitura também se recomenda, seja como regresso às respetivas adolescências, seja como exemplo de fruição literária.

José Mário Silva

domingo, 30 de abril de 2017

No Luxemburgo!

A convite da Embaixada de Portugal no Luxemburgo, passei uns dias catitas no Grão-Ducado com alunos portugueses do Lycée l'Athénée do Luxemburgo, do Lycée de Garçons de Esch-sur-Alzette e do Lycée technique Mathias Adam em Lamadelaine.
Falámos de literatura, claro, e também desta relação intrincada e nostálgica com o nosso país e com a língua portuguesa.
Numa das sessões, demos tanto à língua, que nos esquecemos das horas. A sessão, que devia ter acabado às 18h, acabou depois das 19h. No final tirámos esta selfie.



Mantendo o espírito de partilha, e depois de alguma negociação, a Cristina levou o Supergigante, a Shana levou a Karateca e a Vanessa a Mary John. Assim, todas poderão ler todos!
Juntos somos sempre mais fortes.
E é tão bom partilhar!

quarta-feira, 29 de março de 2017